Notícias

Depoimentos

Os Manuais de escopo tornaram-se referência para projetistas e estabelecem as interfaces entre as diversas áreas, contribuindo para elevação dos padrões de qualidade dos projetos.

João Jadão -

João Jadão

Trata-se de uma valiosa referência para estabelecer o escopo e procedimentos de trabalho, definindo claramente os produtos a serem entregues, o fluxo de informações e as atribuições de cada projetista, coordenador e empreendedor para cada etapa de projeto, trazendo desenvoltura e transparência no relacionamento entre todos os envolvidos no planejamento da obra. A presente revisão, incluindo os tópicos de sustentabilidade e desempenho, mostra o comprometimento do grupo com o aprimoramento e atualização do Manual, em sintonia com as tendências do mercado, que busca melhor eficiência energética sem agredir o meio ambiente e garantia de conforto e qualidade do ar no ambiente que vivemos. A Abrava, através do seu Departamento Nacional de Empresas Projetistas e Consultores, participou com grande dedicação na elaboração do Manual de Escopo de Projeto de Ar Condicionado e Ventilação, em completa sintonia com as associações que representam as demais modalidades de projeto, tendo como resultado um documento prático, conciso e bem estruturado.

Carlos Kayano -

Engenheiro, associado da Abrava e diretor da Thermoplan Engenharia

O objetivo do desenvolvimento dos Manuais de Escopo é atender as necessidades dos construtores e incorporadores de forma equalizada, dividindo o projeto de empreendimento imobiliário em etapas bem definidas. Os Manuais orientam também sobre quais são as informações necessárias para cada uma destas etapas e o produto que os projetistas devem apresentar na conclusão das mesmas.

Levon Sevzatian -

O trabalho dos Manuais de Escopo surgiu como um guideline, uma padronização, uma diretriz de qual deve ser considerado num projeto. Foi a primeira iniciativa de padronização do que um projeto deve abranger. Isso trouxe uma tendência de uniformização dos projetos, o que é muito importante para todos os intervenientes dessa cadeia: projetista, contratante, cliente e usuário final.

Fábio Pimenta -

Na busca do melhor gerenciamento e desenvolvimento dos projetos, a utilização dos Manuais de Escopo leva à definição de processos e direcionamento de todas as disciplinas que compõem um projeto imobiliário. O impacto do desenvolvimento dos projetos por meio do uso dos Manuais de Escopo é grande e vai desde o completo entendimento para os envolvidos no processo o que será entregue como produto final, até a grande influência que terá sobre o plano de ataque a ser desenvolvido pela área de produção.

Alfredo Cruz -

O Manual de Arquitetura e Urbanismo contribui em várias vertentes da nossa área. Nos trabalhos internos do escritório ajudam a esclarecer para a equipe exatamente qual o escopo de cada etapa e qual parte dela foi contratada, minimizando, desta forma, a perda de tempo por desenvolvimento de informações em excesso. Também facilita a divisão interna das tarefas, uma vez que se tem uma lista clara e completa do produto a ser entregue.

Flávia Ranieri -

Os Manuais de Escopo estruturam bem a forma de exigir as informações em um projeto. Ajudam bastante na contratação de paisagistas, profissionais de interior acústica, entre outros, e auxiliam, por exemplo, a exigir o que deve constar no contrato e a negociar preço com base no escopo inicial.

Natasha Thomas -

Desde 2004, foram publicados 14 Manuais de Escopo, com 312,5 mil downloads - entre manuais e checklist - e mais de 26 mil usuários cadastrados até o fim de 2012. Somados aos 7,7 mil acessos totais a todos os manuais e 4,8 mil propostas feitas nesses cinco meses de funcionamento do novo site e do lançamento da 1º revisão geral, são números suficientemente eloquentes.

Marcelo Rozenberg -

Como passam pelas aprovações de várias entidades e associações do setor, os manuais oferecem uma padronização no escopo de trabalho proporcionando uma legitimidade no processo de projeto.

Karen Maneschi -

O uso completo de todos os manuais contribui para a organização do desenvolvimento dos projetos, estabelecendo os insumos necessários, os produtos e as decisões de cada frase.

Augusto Pedreira -

Projeto de Automação Residencial e Predial tem por característica ser generalista, dependente e integrador de todos os outros projetos. Ele precisa de informações de iluminação, elétrica, decoração, segurança etc. É o que amarra os demais e, por isso, tem que ser tratado com um projeto a mais. Depois de pronto, é necessário fazer uma compatibilização com os demais projetos básicos, pois ele estuda como os diferentes sistemas ( elétrico, ar condicionado, iluminação, decoração, segurança) vão se integrar. Por envolver todos os demais, um projeto de automação deve ter um escopo muito bem definido.

José Roberto Muratori -

Os Manuais de Escopo fornecem parâmetros para os envolvidos no processo de projeto no que tange ao escopo de trabalho, discriminando os serviços essenciais, específicos e opcionais. São elaborados por uma equipe multidisciplinar formada por representantes de entidades e empresas de extrema confiabilidade no mercado, sendo estes documentos indispensáveis para a rotina dos escritórios de projeto e coordenação.

Karla Bitar -

Os Manuais de Escopo são documentos regulados de escopos e procedimentos de trabalho, que definem e atribuem de forma clara e objetiva funções aos agentes da cadeia, regulando ainda momentos de atuação, visando garantir a qualidade esperada aos produtos contratados que serão entregues. Permeia o campo do fluxo de informações garantindo fluência e fidedignidade.

Sumaia Sleiman Gonçalves -

As propostas e contratos para elaboração de projetos feitos com base nos Manuais de Escopo não deixam dúvidas sobre a atuação de cada equipe ou de cada disciplina. Para nós. da área de arquitetura paisagística, era comum conflitos com equipe de arquitetura da torre, instalações elétricas e hidráulicas, arquitetura esportiva etc. Com os manuais fica definido exatamente o escopo dos serviços de cada um.

Celso Bergamasco -

Os manuais de Escopo foram criados e desenvolvidos tendo como objetivo deixar mais claro para contratantes e projetistas o que, como e qual o conteúdo deve ser entregue em cada etapa e fase dos projetos. Define também as responsabilidades de cada interveniente, as informações e dados que cada um deve fornecer e/ou receber, para que o desenvolvimento dos projetos flua de forma mais eficiente e se obtenha projetos mais bem compatibilizados.

Henrique Cambiaghi -

Participei ativamente, pela Abrasip, da elaboração dos primeiros manuais de escopo: hidráulica, elétrica e automação. Estas publicações trouxeram grande contribuição para o mercado de projetos, pois deixam mais claro o que cabe a cada parte e determinam com mais exatidão o que o contratante está comprando, estabelecendo maior transparência na relação contratante/contratado. Os manuais são conhecidos pelos associados da Abrasip, são consultados, mas ainda não são amplamente utilizados, carecendo de maior disseminação. Atualmente, a Abrasip recomenda aos seus associados a utilização dos check-lists dos manuais como auxílio no atendimento à NRB 15.575 – Norma de Desempenho.

Sergio Kater -

Sergio Kater, engenheiro civil, vice-presidente Administrativo e Financeiro da Abrasip, sócio-diretor da KML Engenharia de Projetos.

Participei ativamente de muitas reuniões que montaram o Manual de Escopo de Paisagismo e sou usuária do documento em meus projetos. O manual foi muito importante para valorizar os bons profissionais neste segmento. Muitos clientes utilizam o escopo de trabalho de paisagismo do manual já no pedido da proposta. Antes, o contratante não tinha certeza do que iria receber em um projeto paisagístico. A partir do manual, passou a saber o que pode exigir quando fecha um projeto. Ele tem claro o que deve receber, pois o manual discrimina o que é obrigatório entrar em um projeto e o que é extra. Para os arquitetos paisagistas, esse documento foi a melhor coisa que poderia acontecer, pois veio para organizar o segmento. Nós temos muito mais a especificar do que simplesmente plantas. Em um projeto, o profissional analisa o conjunto arquitetônico inteiro e precisa se comunicar com todas as especialidades, dando inputs de instalações, estrutura, elétrica, hidráulica etc. É importante ter a formação em arquitetura para interagir adequadamente com os demais profissionais envolvidos na obra. O paisagismo é a ‘cobertura e o recheio do bolo’, deve estar compatibilizado de forma harmoniosa com tudo, desde fundação até arquitetura propriamente dita.

Martha Gavião -

Arquiteta paisagista, é proprietária do escritório Martha Gavião Arquitetos Associados SCL Projetos de Paisagismo e professora de paisagismo na UNG desde agosto de 2015.